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Pensando em português para falar em inglês?

Dicas

 

Nossa dica hoje é, principalmente, para você que está nos níveis básico ou pré-intermediário.

Uma estratégia muito usada por alunos iniciantes quando querem ou precisam formular frases um pouco mais longas é de pensar na frase em português primeiro e, então, ir convertendo-a para o inglês.

O que ocorre é que, como o aluno em nível básico ainda não tem o conhecimento e/ou prática de muitas estruturas, essa técnica o leva muitas vezes a uma conversão quase que literal das frases.

Na verdade, isso é algo natural que todos nós, falantes não nativos, já fizemos em algum momento da aprendizagem. É uma técnica até útil em certas circunstâncias, já que muitas estruturas gramaticais do inglês são similares a do português.  Por exemplo:

Eu fui para o cinema ontem.  >   I went to the movies yesterday.

No entanto, muitas outras construções seguem uma lógica bem diferente do português e é nesses casos em que a conversão não ajuda. Na verdade, atrapalha, porque, além da falha na comunicação, ainda corre-se o risco da estrutura errada ficar internalizada. Veja:

Me disseram para ficar.  >  *Told me to stay. (não apropriado)  >  I was told to stay. (correto)

Então, segue a dica para você que quer se livrar o quanto antes da dependência do português:

O exercício que eu fazia muito quando era adolescente era tentar passar o maior tempo possível exercitando o meu cérebro, para que eu conseguisse largar o vício de querer sempre pensar em português antes de falar as coisas em inglês. Como eu fazia isso? Nas minhas atividades cotidianas.

Quando, por exemplo, eu ia ao supermercado, procurava pensar, ou até mesmo escrever a lista de compras em inglês. Na loja, tentava descrever as pessoas e o que elas estavam fazendo, mentalmente, em inglês. Repetia os preços dos itens que iria comprar e até treinava o alfabeto, tentado soletrar os nomes dos produtos. Isso ajudava a ativar o meu cérebro e ampliava o meu vocabulário.

Pode parecer um tanto exagerado para você que nunca tentou, mas é exatamente esse tipo de prática, a do dia a dia, fazendo a língua parte da sua rotina, que te levará à fluência com mais rapidez. Tente!

Simone Moraes – UNS Idiomas Osasco Pedagogical Assistant

Flávio Scarel – UNS Idiomas Franchising Pedagogical Assistant

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