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Quais experiências internacionais você deve acrescentar ao seu currículo?

Inglês mercado de trabalho

Muitas empresas pedem que o candidato a uma vaga de emprego possua, dentre todas as qualificações e experiências exigidas para a função, a vivência internacional. Mas existem diferentes tipos de vivência internacional – por exemplo, uma viagem a Miami para lazer e compras é uma vivência internacional, porém é o tipo de vivência ideal para se exibir em currículo? Neste texto, ajudaremos você a entender e definir quais carimbos no passaporte merecem ser mencionados no currículo e quais não.

Viagens a lazer

Se o cargo exige fluência em inglês e vivência internacional e você viajou para fora do país a lazer, vale citar, quando questionado, durante a entrevista algumas viagens a passeio e situações em que o contato com outras pessoas foi necessário. Mas mencione a experiência de forma rápida e leve, sem se aprofundar. Uma entrevista de emprego não é o local ou momento ideal para contar as aventuras que você viveu.

Viagens de intercâmbio

Embora acrescentem ao currículo, só vale colocar se a viagem é recente e/ou se o seu perfil é de estágio/trainee/júnior. Para profissionais com mais tempo de mercado e mais bagagem, colocar no currículo uma experiência de intercâmbio que aconteceu há mais de 2 anos pode ser um ponto contra ele mesmo, então pense bem nos seus objetivos.

Viagens de trabalho

Quando o trabalho proporciona viagens frequentes a outros países, vale mencionar no currículo a frequência e as razões das viagens – sejam elas para a participação em eventos, ou para reuniões estratégicas. Este é o tipo de vivência internacional que faz diferença no seu currículo, então não tenha medo de explorá-la.

Cursos de extensão e pós-graduações

Neste caso vale não só colocar a experiência, mas o tempo que se passou fora do país – que normalmente é superior a um ano. Se a experiência envolver também um estágio ou emprego na área de atuação, é imprescindível que ele esteja no currículo. Este é o tipo de experiência que conta muito não só no currículo, mas no desenvolvimento da carreira como um todo. Vivenciar o trabalho em outra cultura é uma experiência rica e cheia de nuances que, certamente, mudam a perspectiva de recrutadores sobre você.

Experiências internacionais longas, porém de atividades não relacionadas à área de trabalho

Se seu campo de atuação atual é a indústria elétrica, por exemplo, mas você tem anos de vivência como tripulante em navio ou como au pair, talvez essas informações sejam vistas com melhores olhos pelo recrutador se mecionadas durante a entrevista que como pontos principais do currículo.
Nossa dica final é: todas as experiências internacionais são válidas e bacanas quando ajudam a reforçar a fluência em um segundo idioma, porém antes de colocá-las no currículo, é ideal que você pense se a vivência internacional acrescenta alguma coisa à rotina de trabalho que se está pleiteando. Caso contrário, prefira guardar a informação para usá-la no momento oportuno durante a entrevista.

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