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“O efeito Mozart”

Cultura

 

 

Mozart foi um gênio da música e um artista brilhante. Mas será que suas obras têm o poder de nos enriquecer intelectualmente?
Esta pergunta já gerou muitas desavenças no meio científico. A frase “O efeito Mozart”, criada em 1991, sugeria que crianças e bebês sujeitos a músicas de Mozart tinham seus cérebros estimulados e se tornavam mais inteligentes. Milhares de mães correram para as lojas de CDs.
Mas qual é o sentido desta teoria?  Os pesquisadores americanos Gordon Shaw e Frances Rauscher, da Universidade da Califórnia, fizeram um estudo com 36 estudantes em busca de respostas.
Os adolescentes ouviram Mozart durante 10 minutos e, em seguida, foram submetidos a um teste.  Conforme o resultado, o QI (quociente de inteligência) dos alunos estava, em média, 8 pontos acima do valor anterior. Quer dizer que a teoria do “Efeito Mozart” está comprovada? Não exatamente!
Rauscher concluiu que, na verdade, houve o aumento do QI porque o desempenho dos alunos em determinadas tarefas envolvendo raciocínio espacial e temporal melhorou. Ouvir música clássica não significa que você vai ficar mais inteligente, mas pode te deixar mais criativo e inspirado.

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